Mas
como Deus é
bom!!!! Ele me encaminhou a uma igreja modesta dentro dos padrões americanos,
mas com uma galera de arrasar. Logo no primeiro sábado de manhã, fiz muitas
amizades. Meus novos amigos são integrantes de um grupo chamado "Divine
Mission" e adotaram o estilo acapela. Por gostar muito desse estilo foi
fácil a aproximação.
Mesmo sem me conhecer
direito, eles trataram logo de me enturmar e me convidaram para participar
de um almoço muito especial, e qual
não foi minha surpresa quando me disseram que o tal almoço seria na companhia
do grupo Acappella. Foi D+!!!
Os integrantes do grupo são fantásticos, e muito engraçados, fazendo
uma brincadeira atrás da outra. Por ser o único branco da turma de convidados
(convidados??? vamos fingir que fui convidado) e não ser integrante de
nenhum grupo, Barry Wilson não me deixava em paz e dizia que eu era um
inútil e que meu lugar era mesmo na frente de um computador (por causa
da minha profissão). Entre uma brincadeirinha e outra, eles comentavam
comigo que gostaram muito do Brasil e querem voltar mais vezes.
Logo após o almoço,
fizeram uma rodinha onde o grupo "Divine Mission" fez uma apresentaçãozinha
particular para o Acappella, com musicas própias e de muito boa qualidade,
tendo recebido vários elogios dos ídolos (vamos dizer assim, pois o verdadeiro
ídolo é Deus), e total apoio para a continuação do grupo.
Também conhecemos um grupo, o Kenosis, que faz a abertura dos concertos
do Acappella nos USA, e tem como destaque o baixo, que é muito bom.
A
apresentação foi um show, onde eles cantaram músicas desde o primeiro
cd até o último. No meio do concerto, Kevin começou a falar uma mensagem
que emocionou o público presente e demonstrou o real motivo de eles estarem
cantando: o reconhecimento e louvor ao poderoso DEUS. Ao contrário do
que eu imaginava, a apresentação do grupo tem um conteúdo espiritual muito
forte.
A parte mais engraçada foi a hora em que eles começaram a cantar "I Feel
Good". No meio da música Steve Maxwel começou a cantar a canção "I Feel
Good" do cantor "James Brown", foi hilário!!! As pessoas riam muito enquanto
os companheiros de Steve, paravam de cantar e se assustavam com a empolgação
de Steve.
Pena que foi muito rápido. 2 horas de apresentação é quase nada. Mas valeu,
pois tive a oportunidade de ter contato com pessoas que sempre admirei.
Relato de
Paulo Grudtner. Setembro de 2000
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Porto Alegre
Rio de Janeiro